domingo, 24 de fevereiro de 2013

Líderes perfeitos ?

    Durante a Segunda Guerra Mundial, Dwight Eisenhover foi o comandante supremo das forças aliadas na Europa. Em 1944,pouco antes da invasão da Normândia, uma série de nomes de oficiais foi submetida a Eisenhover com vistas à possível promoção ao posto de general. Um desses oficiais solicitou uma reunião com o comandante para falar sobre si mesmo. 
   Ele disse algo como: " Senhor , eu possuo todas as qualificações possíveis para ser comandante. Não tenho medo de nada.Tenho me distinguido em combate  há mais de 20 anos. Possuo energia incansável. Raramente preciso dormir ou correr. Eu sei dirigir um tanque, sei pilotar um avião, posso escalar montanhas, posso nadar em rios e caminhar através de desertos. O que mais o senhor desejar? "
  Eisenhower escutou-o atentamente  e então disse : " Sinto muito,mas você nunca poderá ser um general.Você deve ser um soldado fantástico, e esse é o problema. A maioria de nossos soldados não é fantástica, e precisamos de generais que consigam compreender esses homens e ter empatia com eles. Tenho que negar a promoção".

      Esta história demonstra uma questão importante. Ser um lider requer mais do que apenas seus pontos fortes, Requer, também a capacidade de se conectar com a fraqueza e deficiência dos outros . Em um mundo ultracompetitivo é fácil se esquecer disso. As pessoas trabalham duro tentando desenvolver suas competências, o que é bom. Mas, ao fazê-lo, muitas vezes perdem o contato com os desafios enfrentados por aqueles que estão a sua volta. 

Trecho extraído do livro " Como se tornar inesquecível" da Dale Carnegie Training

       Torna-se necessário para o líder, ver além do visível, de ter a humildade de ver além do seu próprio "eu".
         O líder deve ver pessoas de "valor" com habilidades ao invés de pessoas com habilidades valiosas. 


   

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Qual o principal erro de um líder ?

      Qual é a pior qualidade de um líder ? Pergunte aos liderados e eles lhe responderão que é o hábito de assumir o crédito no sucesso e distribuir a culpa no fracasso. Poucas atitudes dão o recado “ eu sou o que importa” mais claramente. Poucas atitudes afastam mais as pessoas do que esse. Nas escolas , acontece algo semelhante, tornando-se um paradigma perigoso.  O aluno, neste caso o líder, quando é aprovado, principalmente em cursos de grande concorrência, é mérito quase que exclusivo dele, afinal, pagou pelo serviço e o professor e a escola fizeram mais que a obrigação. Quando, no entanto, não obtém êxito, geralmente a escola, ou mais intensamente, o professor ,é o grande culpado pelos mais variados motivos. Tal temática é abordada no filme “ o voo” de Robert Zemeckis, estrelado por Denzel Washington,onde apresenta uma cena incrível sobre “responsabilidades e culpas” ( como é estréia nos cinemas, permito-lhe ter o prazer de vivenciar a cena) . Talvez, o fato de concentrarmos  o sucesso em nosso egocentrismo  e distribuirmos abundantemente culpas, em caso de eventuais fracassos, deve ser atribuída ao medo de perdermos a nossa “importância” neste mundo. O sucesso é somente meu, mas o fracasso é responsabilidade de vocês.






domingo, 10 de fevereiro de 2013

POSTURA PERANTE ERROS E FRACASSOS

   Quais as ações que um líder pode realizar em uma equipe para promover a recuperação perante uma situação indesejada , recuperando-se e aprendendo com ela ?

- Reconheça que o fracasso pode acontecer : Líderes podem reconhecer fracassos rapidamente  quando acontecem, mas também precisam discutir com suas equipes a possibilidade de o fracasso ocorrer.

-  Estimule o diálogo para promover confiança :  Discutir problemas com honestidade é a melhor forma de aprender com eles  e evitar que cresçam e se transformem em catástrofes enormes.

- Separe as pessoas do fracasso : Em vez de dizer: " Você fracassou" , diga "o projeto fracassou" . Na maioria dos casos, essa é a verdade. Any Edmondson, professora de Harvard e pesquisadora, abordou essa questão com executivos. " Quando eu lhes pedi para (...) estimar quanto do fracasso em suas organizações podia ser realmente atribuído a um empregado, suas respostas foram entre 2% e 5%. Mas quando eu perguntei quantos casos são tratados como responsabilidade de um empregado, eles responderam ( depois de uma pausa ou risada)  entre 70% e 90%. A consequência indesejada é que muitos erros não são relatados e suas liçoes se perdem".

- Aprenda com seus erros : De outro modo serão perdidas oportunidades para aprendizado e coaching

- Crie um sistema para adoção de risco e fracasso . Ter uma postura metódica diante do risco e fracasso pode ajudar a amenizar parte da reação emocional a eles.

Trecho extraído do livro: " Como fazer amigos e influenciar pessoas na era digital" Dale Carnegie Training  
www.dalecarnegie.com.br



domingo, 3 de fevereiro de 2013

Atitudes para superar o medo do fracasso.

     A maioria das pessoas limita a si mesma. Elas não realizam uma fração daquilo que seriam capazes porque tem medo de tentar e falhar.
    Adote as medidas a seguir para superar seu medo de fracassar e siga em frente para obter os resultados que deseja

    Entre em ação. Tome atitudes ousadas e decisivas. Faça algo assustador . O medo de fracassar pode imobilizar você. Para superar esse medo, você precisa agir. Quando agir, faça-o com ousadia. A ação lhe dá o poder de mudar as circunstâncias ou a situação.Você precisa fazer algo para superar essa inércia. O Dr. Robert Schuller pergunta: " O que você faria se soubesse que é impossível fracassar ? "  O que poderia realizar ? Seja corajoso e faça. Se não sair do jeito que quer, faça outra coisa.

    Persista e Persevere*. Pessoas inesquecíveis não desistem. Elas continuam tentando modos diferentes para conseguir resultados diferentes até que obtenham aquilo que desejam.Existe um velho ditado que diz. " Se sempre fizer o que sempre fez, vai sempre conseguir o que sempre conseguiu". Se não está obtendo os resultados que espera, então precisa fazer algo diferente. Pessoas malsucedidas tentam uma coisa que não funciona e então desistem. Com frequência as pessoas desistem quando estão quase conseguindo o que queriam.

* ver artigo em : http://karlaopalestra.com.br/?p=2025

    Não leve para o lado pessoal . O fracasso tem relação com comportamento,atitudes e resultados. Fracasso não é uma característica de personalidade. Embora o que você faça possa não dar o resultado que desejava,isso não significa que seja um fracasso. O fato de ter cometido um erro não transforma você em um fracasso.

    Não seja muito duro consigo mesmo. Encare o fracasso como uma oportunidade de aprendizado. O que você aprendeu com essa experiência que poderá ajudá-lo no futuro ? Como você poderá usá-la para ter um desempenho melhor em outra situação ? Faça as seguintes perguntas a si mesmo:

      Qual foi o erro ?
      Por que isso aconteceu ?
      Como poderia ter sido evitado ?
      Como posso melhorar da próxima vez ?

   Procure oportunidades que resultem da experiência. Em pense e enriqueça Napoleon Hill escreveu : " Cada adversidade, cada fracasso e cada mágoa carrega consigo a semente de um benefício igual ou maior" Fique atento à oportunidade e ao benefício.

    Fracasse logo. Tom Peters,coautor de Vencendo a crise, e também autor de muitos outros livros de sucesso,diz que no mundo atual as empresas precisam "fracassar logo" . Ele quer dizer que aprendemos quando cometemos erros. Então, se quisermos aprender em um ritmo mais rápido, precisamos cometer erros mais rapidamente. Não tenha medo de tomar decisões importantes. O importante é aprender com os erros cometidos para não repeti-los.

                                           
                                                              Fracassos famosos

                                            
                                                               Por que tive sucesso?


                                                                          Fracassos ?

                                         
                                                                    Oportunidades

sábado, 26 de janeiro de 2013

Uma lição de liderança servidora.

   Os gansos selvagens nos presenteiam com uma das maiores lições de sinergia, colocando a definição de "impossível" em um contexto relativo, talvez, imerso na vontade e na determinação do "querer". O mundo tenta nos convencer que a melhor saída é o " eu" em detrimento ao "nós". A matemática dos gansos contraria a matemática racional , pois insere elementos, outroras intangíveis, perante a "certeza matemática". 

Bem vindos a vida.

    " Esses animais costumam viajar pelo céu com um líder a frente,acompanhado por duas fileiras de seguidores em forma de um grande V, formando uma aerodinâmica perfeita em vários sentidos, pois o vácuo deixado pelas aves da frente diminui o atrito e a resistência do ar, facilitando o voo para os seguidores atrás . O único que não se beneficia do vácuo é o líder, que se dispõe a fazer um esforço redobrado para enfrentar a resistência do ar" (Hunter 2006)

        O ganso líder faz isso a fim de servir ao grupo, além de assumir a responsabilidade de guiá-lo pelo melhor trajeto, rumo ao destino desejado. Colocando então essas lições numa linguagem mais técnica, pode-se dizer que o estilo de liderança dos gansos durante a migração apresenta as seguintes características:

Desempenho maximizado - ao baterem as asas, os gansos provocam um deslocamento de ar que dá sustentação para a ave seguinte, fazendo com que o grupo inteiro , na formação em V, consiga voar pelo menos 70% a mais do que se cada ave voasse isoladamente. Aplicando a fórmula a esfera humana, líderes que trabalham em equipe e compartilham a mesma missão e objetivos conseguem ampliar os resultados, facilitando o trabalho e desempenho de todos por meio da confiança e apoio mútuos.

Interdependência da equipe - se, por qualquer razão, um ganso sai da formação em V, o esforço requerido pela resistência do ar faz com que a ave sinta falta da equipe e retorne à formação para aproveitar  o poder da sustentação oferecido pelos companheiros de voo. Do mesmo modo, o trabalho em equipe proporciona força, poder e segurança aos membros da equipe;

Encorajamento e apoio mútuos - os gansos costumam grasnar enquanto voam como forma de incentivo mútuo, enquanto todos se esforçam para manter o ritmo e a velocidade ; os slogans e os gritos-de-guerra das torcidas organizadas dos times de desportos têm a mesma finalidade e surtem os mesmos efeitos;

Liderança partilhada - nenhuma ave líder consegue permanecer sozinha por muito tempo na cansativa posição de líder. Em outras palavras, quando se cansa, o ganso líder desloca-se para a parte traseira do grupo enquanto outra ave assume a ponta, fazendo com que diferentes líderes se alternem nessa posição, partilhando o esforço e a responsabilidade de guiar o grupo; assim, em toda equipe, o líder deve poder contar com vice-líderes tão preparados quanto o líder, para substitui-lo em necessárias ausências;

Senso de comunidade - em caso de doença ou ferimento, a ave ferida deixa o grupo, seguida por dois outros gansos que saem da formação para proteger e ajudar o companheiro machucado até que ele se sinta restaurado ou morra. Somente, então, levantam voo, sozinhos ou em outra formação, a fim de alcançar seu bando.





segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Qual o preço da motivação ?



     Não há dúvidas de que as empresas se beneficiam da motivação dos seus funcionários. Estudos mostram que funcionários que apresentam grande motivação são também mais produtivos e inovadores,faltam menos,mudam menos de emprego e oferecem um serviço melhor aos seus clientes. Nunca se comprovou, porém, um método, certo para gerar motivação e evitar questões éticas decorrentes desse esforço.  
     As preocupações éticas em relação às recompensas por desempenho incluem as seguintes:

- os funcionários podem sentir que as recompensas tornam mais triviais e as suas contribuições significativas. Alguns comparam recompensas a subornos.;outros, a ameaças implícitas.

- é difícil determinar quem merece recompensa. " o que é positivo pode se tornar negativo se parecer injusto", afirma o consultor de motivação Alex Hein.

- os funcionários podem se acostumar a receber recompensas e esperá-las frequentemente, ficando insatisfeitos e exigentes todas as vezes que elas não vêm.

- as recompensas, dependendo do valor financeiro, podem não ter relação direta com o resultado da empresa e podem tirar recursos de outros programas de maior retorno.

   Tais preocupações, junto com a observação de que aumentos de produtividade decorrentes de recompensas podem ser passageiros- se é que existem -, explicam porque muitas empresas estão desiludidas. Ainda assim, a motivação continua sendo um problema fundamental: pesquisa recente descobriu que um quinto dos funcionários é tão negativo que contamina os outros, e que os empregadores estão melhor sem eles.
  
        Organizações com alto desempenho não perdem este fato de vista. Empresas como Microsoft, Sun Microsystems e General Eletric não tentam mais motivar todos os funcionários* . O ex presidente da General Eletric, Jack Wesh, ensina: " Uma empresa que aposta no seu futuro nas pessoas deve demitir pos 10% piores e continuar demitindo a cada ano". Talvez a filosofia de Wech constitua a mensagem mais motivadora: "do meu jeito ou no olho da rua ". 


* Você pode se deparar com pessoas que se neguem a fazer o que você pediu. O que elas querem dizer é que não conseguem fazer - e pode ser verdade. Elas não conseguem fazer as novas tarefas da mesma forma que os dinossauros não conseguiram se adaptar a um clima repentinamente diferente. Assim, você pode ter que dizer adeus a algumas pessoas que estejam em negação profunda. Você deve dizer adeus sem se sentir culpado, porque fez o que podia. Elas estão escolhendo sair em vez de escolher mudar.



quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

11 habilidades que o mercado exige e a faculdade não ensina.



Especialistas consultados por EXAME.com são unânimes ao afirmar que entre os conhecimentos compartilhados nas universidades brasileiras e o que o mercado de trabalho exige para o crescimento na carreira há uma grande lacuna. E não estamos falando apenas de preparo técnico.
“Faltam aquelas competências que os americanos chamam de “soft skills”, como comunicar-se bem, avaliar o que cada um é capaz, montar e motivar uma equipe, além de uma série de outras coisas que levam à uma performance melhor”, diz Armando Dal Colletto, diretor acadêmico da Business School São Paulo.

1 Ser multicultural (na prática)

Fora a possibilidade de ter um intercambista na turma ou estudar por um período em uma universidade estrangeira, poucas são as iniciativas oficiais de muitas universidades por aí para colocar os alunos em contato direto com diferentes culturas.

No mercado de trabalho o cenário é outro: o chefe pode ser coreano, o colega da mesa ao lado, espanhol, a empresa parceira, indiana e o cliente, chinês. A falta de profissionais qualificados no país, a internacionalização das empresas brasileiras e o desembarque de grupos globais por aqui aproximou a rotina corporativa do cenário de Babel.

E inglês fluente não é tudo. De detalhes culturais para negociar melhor até gestos pequenos que contribuem para um boa convivência: “É preciso um entendimento das diversidades”, afirma Dal Coleto.

2 Trabalhar em equipe

Não se engane: os tradicionais trabalhos em grupos da faculdade quase não preparam ninguém para atuar em uma equipe. Motivo? “Quando organizam os grupos de trabalho, os alunos escolhem seus amigos, pessoas com quem se identificam e, no mínimo, a partir de pontos que os aproximam”, diz coach educacional Renato Casagrande.
Na vida profissional, a história é diferente. Ninguém (exceto o próprio chefe) escolhe com quem vai trabalhar. E, ao contrário da tônica típica dos grupos de faculdade (em que as pessoas tendem a ser parecidas), para uma equipe dar certo no trabalho é essencial que seja composta por pessoas com perfis complementares e, portanto, diferentes, afirma o especialista.
“E, além de tudo, os alunos não aprendem a compartilhar ideias: Para facilitar a a própria vida, dividem tarefas”, diz Casagrande.

3 Fazer networking

  
Seja por ficar centrado no próprio círculo de amigos e até por uma questão cultural, a faculdade raramente desmistifica a capacidade de fazer networking ou expandir sua rede de contatos profissionais.

“As pessoas têm vergonha de se aproximar dos outros com uma segunda intenção”, diz Gustavo Furtado, fundador da Tricae. E as universidades quase nunca criam meios para que esta visão seja mudada. “Nos Estados Unidos, em todo e qualquer evento as pessoas são estimuladas a se apresentar e falar a sua história”, diz.
  

4 Ser interdisciplinar

Na faculdade, as disciplinas até podem ser apresentadas em dias ou semestres diferentes. Mas, na rotina corporativa, o conhecimento adquirido de cada uma delas deve ser usado de forma integrada – algo que, infelizmente, o ensino tradicional ainda não sabe manejar.

“As pessoas aprendem a resolver problemas de forma separada e, de repente, precisarão resolver todos estas questões em um problema só”, diz o coach educacional Renato Casagrande.

5 Falar em público

“Nas apresentações de trabalho, geralmente, só fala quem já tem boas habilidades de comunicação. O mais analítico tende a não falar”, diz Joseph Teperman, sócio-diretor da Flow. E, na carreira, apresentar-se em público é quase um requisito básico em todas as carreiras – mesmo que seja para uma plateia composta apenas por seus chefes.

6 Como escolher a carreira

A decisão por qual curso superior seguir é apenas o primeiro passo em direção a escolha da carreira que é mais coerente com você. Assim que o diploma é entregue na colação de grau é que começam as verdadeiras escolhas decisivas para a trajetória profissional.

O problema é que a faculdade ensina pouco para este momento. “Não há parceria com as empresas ou consultorias de recrutamento. O profissional sai da faculdade sem saber onde estão e quais são as principais oportunidades do mercado”, diz Furtado, da Tricae.

Muitas vezes, sem saber muito bem qual rumo seguir. “A pessoa acaba seguindo a carreira daquele primeiro estágio que ela conseguiu ou parte para um jogo de tentativa e erro”, diz Teperman.

7 Liderar e gerir pessoas

Exceto por quem se aventura em uma empresa júnior, centros acadêmicos, atléticas ou outros movimentos estudantis, raras são as chances que um graduando tem para treinar a arte de liderar uma equipe. E isso demanda inteligência emocional, resiliência, capacidade para delegar e motivar pessoas. “Tem uma parte da rotina do executivo, que nem um curso de pós ajuda”, afirma Maurício Trezub, CEO da Ciashop.

8 Contratar

“Contratar pessoas para trabalhar com você não é a mesma coisa que convidar um colega para fazer um trabalho”, diz Maurício Trezub, CEO da Ciashop. E muita gente só descobre o tamanho deste desafio quando tem que recrutar pela primeira vez.

“A ajuda, muitas vezes, vem de um superior imediato”, diz Teperman. Mas nem sempre aparece. “Muitos acham que as únicas pessoas boas são aquelas que são espelho deles próprios em vez de profissionais com características complementares aos deles”, afirma.

9 Negociar

Nas estruturas tradicionais que a maioria dos cursos de graduação estão assentados há pouco espaço para que o aluno tenha voz e, consequentemente, aprenda a negociar. No máximo, as discussões e os acordos são fechados dentro dos grupos de trabalho – feitos, geralmente, com pessoas parecidas. “Não se aprende a vender ou comprar uma ideia. As pessoas chegam muito ingênuas no mercado”, diz Teperman.

10 Ler ambientes

No mundo corporativo é preciso ser autêntico, mas também é essencial se adequar. “Antes de se soltar é importante entender qual é a cultura daquela área para, então, vestir a máscara corporativa”, diz Teperman. Na faculdade, esta adequação raramente é uma exigência. “Se você era da turma da frente nunca foi obrigado a sentar com a turma de trás”, afirma.

11 Portar-se em uma reunião

“As empresas estão mais participativas e menos patriarcais. Com isso, os mais novos são envolvidos nas reuniões desde cedo”, afirma Teperman. Seja por não saber ler ambientes direito, negociar ou falar em público, poucos recém-formados estão prontos para encarar esta missão.

                                           
                                                       DIA 21/01/2013 -   HORÁRIO : 19H
                                                         INFORMAÇÕES : 84 - 9953 6704